|
|
CITY TOUR - Museu da Imigração e Colonização de Joinville
|
O prédio construído em 1870 por determinação do administrador Frederico Brüstlein ficou a cargo do arquiteto Frederico Müller. Construção característica do século XIX, em dois pavimentos, é tombada pelo patrimônio histórico nacional desde 1939.
Em seu andar térreo apresenta os móveis originais da sala de visitas e jantar. Recompõe o ambiente do escritório do administrador com mesa de estudos e mapa das terras dotais. O aparelho de jantar utilizado no Palácio e, diversas peças de decoração, fruto de doações de famílias de imigrantes compõe o ambiente.
Clique nas fotos para ampliar
Registra a memória da Imigração e Colonização no sul do Brasil, a partir do processo ocorrido em 1851 na então
colônia D. Francisca - hoje Joinville.
Em circuito único apresenta a chegada do imigrante em 1851 e sua adaptação ao meio e os desdobramentos do
empreendimento colonizador.
|
|
Uma galeria apresenta rostos de alguns pioneiros dentre tantos anônimos. O desenvolvimento sócio econômico, a participação política, a religiosidade e as melhorias urbanas marcam este módulo.
O desenvolvimento da Colônia logo nos seus primeiros anos, a vida cultural e a participação no desenvolvimento econômico da região abrem espaço para este segundo módulo. Elementos do patrimônio edificado, a organização dos colonos em sociedades, os hábitos do século XIX, o comércio e as artes como presença marcante na vida do Joinvillense. Por fim o trabalho e o convívio familiar na chegada do primeiro centenário em 1951.
|
Casa Enxaimel
Seguindo um de seus objetivos, o Museu resgata a história da arquitetura enxaimel, e o embelezamento da propriedade típica do imigrante, por mais simples que esta fosse, sempre cercada por um florido jardim.
Instalada nos jardins do Museu e aberta a visitação pública a 05 de setembro de 1980,fruto do trabalho de pesquisa e investigação da Comissão do Museu, esta casa reconstitui um ambiente semi urbano do início de século XX.
Clique nas fotos para ampliar
Por se tratar de um acervo museológico a casa, como um todo, recompõe com seus móveis típicos de carpintaria, máquinas de processamento doméstico de alimentos e objetos de decoração fruto do trabalho manual como, toalhas de mesa, protetores de paredes, panos de cozinha, roupas de cama e cortinas, o viver e conviver no início do século XX.
Anexo a casa, nas dependências de serviço com a exposição dos equipamentos utilizados para fazer frente às necessidades do meio, e o abrigo noturno de animais fica demonstrada a perfeita integração entre o urbano e o rural.
Galpão
A construção de um galpão em 1962, para abrigar os acervos de tecnologia patrimonial , seguiu os moldes das construções desenvolvida na antiga Colônia Dona Francisca – hoje Joinville.
Em função de sua tipologia construtiva “autoportante”, foi desmontada e remontada no pátio do Museu, sendo original de 1905. Seguindo a tradição, quando da reconstrução da casa, foi realizada a festa da cumieira com a colocação de uma coroa de flores no topo do telhado. Tal festa comemora no ato da colocação do telhado, o fato do homem passar a ter um abrigo.
Clique nas fotos para ampliar
Instalado no terreno dos jardins do Museu, o galpão apresenta etapas da evolução da indústria primitiva, onde o visitante poderá conhecer aspectos das tecnologias desenvolvidas e utilizadas pelo imigrante para fazer frente às necessidades do meio.
Neste espaço, também estão expostos exemplares de viaturas com tração animal utilizadas para o transporte de passageiros e gêneros de consumo, com destaque para o primeiro carro fúnebre de Joinville e que esteve na ativa até a década de 1960.
|